A Mulher Do Próximo - Uma Crônica Da Permissividade Americana Antes Da Era Da Aids

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EM FORMAÇÃO

AUTOR
Soares,Pedro Maia Talese,Gay
DIMENSÃO
5,44 MB
NOME DO ARQUIVO
A Mulher Do Próximo - Uma Crônica Da Permissividade Americana Antes Da Era Da Aids.pdf
ISBN
2340837675770

DESCRIÇÃO

Talese mergulha fundo na intimidade de seus contemporâneos, traça um fascinante painel da mudança de costumes sexuais que varreu os Estados Unidos nas décadas de 1960 e 70 e recompõe a trama cerrada das relações entre sexo, pornografia, religião e censura no país. Nova edição com posfácio de Arthur Dapieve. Como se fosse um romance, este livro se abre com uma cena de masturbação masculina descrita em detalhes, narra diversos episódios de adultério e sexualidade aberta e termina com o autor nu, numa praia fluvial, desafiando o olhar guloso de voyeurs. Mas nada é ficção. Os nomes das pessoas são reais e as cenas e eventos narrados aconteceram realmente. Nesta que é uma das peças mais desconcertantes do chamado "novo jornalismo", Gay Talese mergulha fundo na intimidade de seus contemporâneos e traça um amplo e fascinante painel da mudança de costumes sexuais que varreu os Estados Unidos nas décadas de 1960 e 70. Conhecido por ir atrás de matérias "impossíveis" e temas "proibidos", por suas pesquisas exaustivas, pelo estilo elegante e pelo apurado senso histórico, Talese recompõe a trama cerrada das relações entre sexo, pornografia, religião e censura nesse país fundado por puritanos, mas onde sempre floresceram seitas de amor livre e nudismo. Chocante ao ser lançado em 1980, A mulher do próximo é hoje um clássico da história da sexualidade.

Uma história das orgias São Paulo: Planeta do Brasil ... Segundo a capa do livro, reeditado no Brasil pela Companhia das Letras em 2002, A Mulher do Próximoé uma crônica da permissividade americana antes da era da Aids. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo (16/03/2002), o autor relatou o seu envolvimento no processo de apuração: Para grande parte da população masculina, a mulher era vista apenas como uma doméstica, alguém para cuidar da casa, dos filhos e para satisfazer os seus prazeres.

No final do século XIX as mulheres começaram a sair à rua para pedir mais direitos. Organizações femininas dentro dos movimentos operários protestavam contra as 15 horas de trabalho diárias e os salários baixos.

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