Fissuras Labiopalatinas

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EM FORMAÇÃO

AUTOR
Altmann,Elisa B.c.
DIMENSÃO
6,38 MB
NOME DO ARQUIVO
Fissuras Labiopalatinas.pdf
ISBN
7385740809522

DESCRIÇÃO

O livro "Fissuras Labiopalatinas" é uma das mais completas obras sobre o assunto. Sua abordagem é multidisciplinar e é indicado para alunos, residentes e profissionais de diversas áreas, tais como: Fonoaudiologia, Odontologia, Cirurgia Plástica, Otorrinolaringologia, Radiologia, Genética, Pediatria, entre outros. Enfim, está indicado para todos aqueles que trabalham ou desejam se aprofundar no assunto. Seu enfoque global permite que seja usado não só no que tange às fissuras labiopalatinas, mas a outras alterações que possam estar realcionadas. É, portanto, um livro de peso na Literatura Científica Brasileira. Índice:ASPECTOS BÁSICOSCapítulo I. Embriologia. Rosana Maria Ferreirinho Marques; Lucy Dalva Lopes; Regina Bernardes Ferreira Khoury.Capítulo II. Etiopatogenia. Miguel Luiz Antonio Modolin; Eneida Moraes Marcílio Cerqueira.Capítulo III. Crescimento Craniofacial. Vera Lúcia Nocchi Cardim.Capítulo IV. Genética Craniofacial. Thomaz Rafael Gollop.CIRURGIACapítuloV. Tratamento Cirúrgico. Paulo Roberto de Mello Gomes; José Marcos Mélega.Capítulo VI. Cronologia Precoce do Tratamento Cirúrgico. Carlos Eduardo Monteiro de Barros Roxo; Dario José Carneiro de Lacerda; Mauro Luciano José Bacigalupo.Capítulo VII. Tratamento Cirúrgico das Fissuras Pré-Forame Incisivo Unilaterais de Acordo com a Técnica de Santana. Paulo Sérgio Mateó Santana; Miguel Moreno Paz.Capítulo VIII. Tratamento das Seqüelas dos Tecidos Moles. Mariângela Freitas Lima Santiago; Isa Dietrich.Capítulo IX. Cirurgias Ortognáticas – Condutas Modernas – Mini Placas. Paulo Hvenegaard; José Marcos Mélega.ESFÍNCTER VELOFARÍNGICO (EVF)Capítulo X. Anatomia e Fisiologia do Esfíncter Velofaríngico. Elisa Bento de Carvalho Altmann.Capítulo XI. Insuficiência Velofaríngica. Robert J. Shprintzen.Capítulo XII. Nasolaringoscopia. Paulo Augusto de Lima Pontes; Mara Suzana Behlau.Capítulo XIII. Videofluoroscopia. Henrique Lederman.Capítulo XIV. Tratamento Cirúrgico da Insuficiência Velofaríngica. Diogenes Laercio Rocha.ODONTOLOGIACapítulo XV. Tratamento Ortopédico-Ortodôntico. Lucy Dalva Lopes; Aida Sabbag Haddad; Beatriz Silva Câmara Mattos; Márcia André.Capítulo XVI. Tratamento Odontopediátrico. Márcia André; Lucy Dalva Lopes; Aida Sabbag Haddad; Beatriz Silva Câmara Mattos.Capítulo XVII. Cirurgia Oral Menor. Aida Sabbag Haddad; Lucy Dalva Lopes; Beatriz Silva Câmara Mattos; Márcia André.Capítulo XVIII. Tratamento Protético. Beatriz Silva Câmara Mattos; Lucy Dalva Lopes; Aida Sabbag Haddad; Márcia André. Resumo dos Capítulos XV, XVI, XVII e XVIII. Referências Bibliográficas dos Capítulos XV, XVI, XVII e XVIII.Capítulo XIX. Transplante e Reimplante Dentário: Indicações e Contra-Indicações. Clóvis Marzola.PEDIATRIACapítulo XX. Aspectos Pediátricos. Paulo Roberto Pachi.FONOAUDIOLOGIACapítulo XXI. Tratamento Precoce. Elisa Bento de Carvalho Altmann; Ana Cristina Nascimento Vaz; Maria Beatriz Salles Faria de Paula; Regina Bernardes Ferreira Khoury.Capítulo XXII. Avaliação Fonoaudiológica. Elisa Bento de Carvalho Altmann; Ana Lucia Nogueira de Farias Ramos; Regina Bernardes Ferreira Khoury.Capítulo XXIII. Tratamento Fonoaudiológico. Elisa Bento de Carvalho Altmann; Ana Cristina Nascimento Vaz; Ana Lucia Nogueira de Farias Ramos; Maria Beatriz Salles Faria de Paula; Regina Bernardes Ferreira Khoury; Rosana Maria Ferreirinho Marques.Capítulo XXIV. DesordensVocais no Paciente com Inadequação Velofaríngica. Mara Suzana Behlau; Paulo Augusto de Lima Pontes.Capítulo XXV. Terapia para as Desordens Vocais Propriamente Ditas. Mara Suzana Behlau; Maria Inês Rebelo Gonçalves.Capítulo XXVI. Avaliação e Tratamento Fonoaudiológico nas Cirurgias Ortognáticas. Elisa Bento de Carvalho Altmann; Ana Cristina Nascimento Vaz.Capítulo XXVII. Deglutição Atípica. Marvin Lee Hanson.OTORRINOLARINGOLOGIACapítulo XXVIII. Adenóides e Amígdalas: A Grande Polêmica. Clemente Isnard Ribeiro de Almeida.Capítulo XXIX. Aspectos Otológicos. Orozimbo Alves Costa Filho; Silvia Helena Alvarez Piazentin.PSICOLOGIACapítulo XXX. Aspectos Psicossociais. Vera Lucia Adami Raposo do Amaral.SEQÜÊNCIA DE PIERRE ROBINCapítulo XXXI. Enfoque Fonoaudiológico. Elisa Bento de Carvalho Altmann.Capítulo XXXII. Tratamento Ortopédico-Ortodôntico. Lucy Dalva Lopes.Capítulo XXXIII. Tratamento Cirúrgico. Diogenes Laercio Rocha.

É uma doença caracterizada pela abertura no lábio superior de um ou até mesmo dos dois lados, com uma abertura no palato, conhecido como céu da boca. Crianças que têm fissuras lábio palatinas podem ter dificuldade de alimentação. Por causa da comunicação entre a boca e o nariz o bebê pode não conseguir ter uma sucção efetiva.

Mas, com o objetivo de verificar o número de fonoau-diólogos que já atenderam indivíduos com fissura labiopalatina no estado de Rondônia e o enfoque terapêutico no atendimento desses indivíduos, um estudo entrevistou 55 fonoaudiólogos por meio de um questionário. As fissuras labiopalatinas (conhecida por alguns como "lábio leporino") são os defeitos congênitos mais comuns entre as malformações que afetam a face do ser humano. De origem latina, a palavra "'fissura" significa abertura, fenda. As fissuras labiopalatinas e fissuras palatinas não sindrômicas estão entre as anomalias congênitas (presentes ao nascimento) mais comuns, correspondendo a cerca de 75% de todas as formas de fissura e a ocorrência no mundo é de uma a cada 1.000 crianças nascidas, e no Brasil, há referência de que a cada 650 crianças nascidas uma é portadora de fissura labiopalatina. Fissuras labiopalatinas afetam a inteligência dos pacientes? Fissuras labiopalatinas são anomalias congênitas que afetam mais do que apenas a aparência dos bebês.

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