Ressocialização - 2ª Ed. 2018

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EM FORMAÇÃO

AUTOR
Parente,Fernando
DIMENSÃO
5,71 MB
NOME DO ARQUIVO
Ressocialização - 2ª Ed. 2018.pdf
ISBN
6900073560205

DESCRIÇÃO

A partir da percepção da contradição entre a autocompreensão de religiosidade do povo brasileiro e a ausência de prática de valores religiosos para com o próximo (mormente o criminoso) optamos por estudar a participação da sociedade na ressocialização do preso e do egresso. Assim, parte-se da realidade fático-jurídica observada (falência do sistema penitenciário brasileiro; comoção social quando a realidade penitenciária é noticiada pelos meios de comunicação de massa; preconceito social em relação ao preso e ao egresso; relevância do trabalho na execução da pena e o dever de reciprocidade para com o indivíduo) e analisa-se a questão à luz de aspectos social, religioso, filosófico e jurídico.No aspecto social são abordados temas como: relevância da participação da sociedade na ressocialização do preso; necessidade de conscientização social a esse respeito e os riscos da manutenção da vigente postura para a vida em comum. No aspecto religioso são tratados o conceito e as características de religião, consideradas as três principais religiões do mundo (cristianismo, islamismo e hinduísmo) em conjunto com o judaísmo e se extrai dos respectivos livros sagrado dois valores religiosos em comum: o amor ao próximo e o perdão, ambos sob a perspectiva do Espiritismo – aqui entendido como doutrina e filosofia, e não como religião – para conceituar tais valores de modo não religioso.À luz do aspecto filosófico analisa-se a questão em apreço sob a ótica do humanismo e da dignidade da pessoa humana. Em seguida, discute-se o aspecto jurídico, tendo por base a legalidade e o valor solidariedade.Ao final de cada capítulo é tratada a participação da sociedade na ressocialização do preso e do egresso sob o prisma do tema eleito. Por fi m, conclui-se pela necessidade dessa participação com base em tais aspectos, sob pena de se pôr em risco a vida coletiva.Por isso mesmo espera-se que este problema social possa despertar também a sua atenção, caro leitor, e levá-lo à reflexão.

rupturas violentas da conjugalidade, 2ª ed. revista e aumentada, ed.

1. na aplicaÇÃo da medida socioeducativa, deve o magistrado considerar nÃo somente a capacidade de o adolescente cumpri-la, as circunstÂncias e a gravidade da infraÇÃo, mas tambÉm, os princÍpios da brevidade, excepcionalidade e as condiÇÕes pessoais do menor, como indivÍduo em desenvolvimento. 2ª) Considerar-se que também a falta de outras folhas de registo ou outros documentos e declarações importa a prática da contraordenação p.

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