Gregório de Matos - Poemas Atribuídos - Códice Asensio-Cunha - Vol. 1

Gregório de Matos - Poemas Atribuídos - Códice Asensio-Cunha - Vol. 1 - Hansen,João Adolfo Guerra,Gregório De Matos E Moreira,Marcello | Hoshan.org Temos o prazer de apresentar o livro . em PDF, TXT, FB2 ou qualquer outro formato possível em hoshan.org.

EM FORMAÇÃO

AUTOR
Hansen,João Adolfo Guerra,Gregório De Matos E Moreira,Marcello
DIMENSÃO
6,97 MB
NOME DO ARQUIVO
Gregório de Matos - Poemas Atribuídos - Códice Asensio-Cunha - Vol. 1.pdf
ISBN
8764949266997

DESCRIÇÃO

Esta edição publica o conjunto de poemas coletados no Códice Asensio-Cunha que circularam em Salvador nas últimas décadas do século XVII e na primeira metade do século XVIII sob o nome “Gregório de Matos e Guerra”, então a mais importante autoridade poética local. Nesse tempo, os poemas eram continuamente refeitos pelo agenciamento de audição, memorização e remanejamentos pela voz e pela escrita, sendo as versões do Códice Asensio-Cunha apenas uma das muitas possibilidades textuais implícitas na “tradição”, o conjunto de todos os manuscritos com o nome Gregório de Matos e Guerra. As variações textuais incidem sobre uma única palavra – caso do primeiro verso do soneto “Um calção de pindoba a meia _porra_” e da variante “Um calção de pindoba a meia _zorra_”– ou sobre dezenas de versos, alterando-se radicalmente a configuração do texto. O que importa nesta edição é não contaminar “lições” de um manuscrito com “lições” de outro, com a finalidade de produzir um texto compósito não existente em nenhum manuscrito da “tradição”.

1: Poemas atribuídos. Códice Asensio-Cunha em Promoção é na americanas.

Clique para ver o preço Esta edição publica o conjunto de poemas coletados no Códice Asensio-Cunha que circularam em Salvador nas últimas décadas do século XVII e na primeira GREGÓRIO DE MATOS - VOL. 1 - martinsfontespaulista No início do século XVIII, o letrado baiano Manuel Pereira Rabelo recolheu poemas que circulavam em Salvador na oralidade e em folhas volantes, atribuindo-os a Gregório de Matos e Guerra, que lá vivera entre 1682 e 1694.

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