Edição antiga - A Missão Dos Guerreiros Amaluz - Uma Fábula Sobre a Busca da Felicidade

Edição antiga - A Missão Dos Guerreiros Amaluz - Uma Fábula Sobre a Busca da Felicidade - Wieth,Alexandre | Hoshan.org PDF, TXT, FB2. ePUB. MOBI. O livro foi escrito em 2021. Procure um livro sobre hoshan.org.

EM FORMAÇÃO

AUTOR
Wieth,Alexandre
DIMENSÃO
7,52 MB
NOME DO ARQUIVO
Edição antiga - A Missão Dos Guerreiros Amaluz - Uma Fábula Sobre a Busca da Felicidade.pdf
ISBN
5030048067128

DESCRIÇÃO

Escrito por Alexandre Wieth, sócio-diretor da Êxito Consultoria, o livro conta uma fábula sobre a busca da felicidade. O livro conta a história de uma tribo que vivia, há muitos anos atrás, na região dos Andes. A cada primavera uma nova missão era oferecida aos jovens que completassem 18 anos e, naquele ano, a missão se tratava de encontrar uma flor chamada pela tribo de "Lírio Sagrado". Dois jovens índios teriam a oportunidade de participar desta busca. E, para eles, o encontro desta planta resultaria em suas felicidades. Durante o percurso da história, o livro mostra a diferença de pensamento entre os dois protagonistas: Cauã, o índio que pensava de forma negativa e Ikhi, que pensava de forma positiva. É interessante o fato de que em muitos momentos o leitor inevitavelmente se identifica com algumas características destes pensamentos. E o propósito do livro é auxiliar, através de reflexões, o leitor a mudar hábitos negativos de pensamentos para hábitos mais saudáveis e positivos. Cada frase e cada parágrafo do livro foi estudado detalhadamente, usando-se de técnicas de Programação Neuro-linguística para que possa facilitar o entendimento e absorção de novas idéias positivas para o leitor. O livro nos aponta 7 "valores" essenciais para que possamos viver em harmonia e tranquilidade. E, mais do que isso, nos faz refletir sobre a busca da nossa própria felicidade!

21 (199l) : 123·l.45 África (séc. XVII-XX) I.

Foi necessário convencer um e outro para aceitarem orientar uma tese que conjugassem império e missões. A disponibilidade de ambos foi enorme, apesar da minha insistência para que o António Matos Ferreira se dispusesse a c) uma justificativa, de fundo religioso moral, para o genocídio decorrente da exploração colonial, cujos pressupostos são correntes no universo cultural europeu da época.

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