A Casa Das Marionetes

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EM FORMAÇÃO

AUTOR
Santana Filho
DIMENSÃO
6,19 MB
NOME DO ARQUIVO
A Casa Das Marionetes.pdf
ISBN
1327982178750

DESCRIÇÃO

Neste belo romance, o leitor entra na casa pela vigília de uma moribunda que se recusa a morrer, numa das lembranças de um narrador criado e hipnotizado por uma respeitada família matriarcal. Depois, nunca mais se escapa dela, ficamos ali pelos cômodos, na calmaria e calor de palavras e frases que aconchegam a leitura. Nos quartos contíguos da casa da avó, o leitor ouve a chuva, tomando caldo de mocotó, adentrando a casa que guarda uma caixa de marionetes, a casa mesma tem seus personagens acionados por cordéis, fatos e distorções de um narrador que não tem pressa de contar e lembrar a invenção que é a família, a consanguinidade envenenando e fechando o círculo bem apertado. Neste grande romance, ninguém recebe a graça da fé antes de nascer ou morrer, possui a graça quem fabula. O narrador recorda sua infância onde tia Dália é a sacerdotisa que dissolve na língua recortes de jornal, numa metáfora deste texto poético, as palavras são de colheita fácil, dadas pelo autor com generosidade e beleza. Santana Filho faz do leitor o mesmo devoto clandestino de uma casa que, depois de habitada, será nossa prisão.Andrea del FuegoNeste belo romance, o leitor entra na casa pela vigília de uma moribunda que se recusa a morrer, numa das lembranças de um narrador criado e hipnotizado por uma respeitada família matriarcal. Depois, nunca mais se escapa dela, ficamos ali pelos cômodos, na calmaria e calor de palavras e frases que aconchegam a leitura. Nos quartos contíguos da casa da avó, o leitor ouve a chuva, tomando caldo de mocotó, adentrando a casa que guarda uma caixa de marionetes, a casa mesma tem seus personagens acionados por cordéis, fatos e distorções de um narrador que não tem pressa de contar e lembrar a invenção que é a família, a consanguinidade envenenando e fechando o círculo bem apertado. Neste grande romance, ninguém recebe a graça da fé antes de nascer ou morrer, possui a graça quem fabula. O narrador recorda sua infância onde tia Dália é a sacerdotisa que dissolve na língua recortes de jornal, numa metáfora deste texto poético, as palavras são de colheita fácil, dadas pelo autor com generosidade e beleza. Santana Filho faz do leitor o mesmo devoto clandestino de uma casa que, depois de habitada, será nossa prisão.Andrea del FuegoNeste belo romance, o leitor entra na casa pela vigília de uma moribunda que se recusa a morrer, numa das lembranças de um narrador criado e hipnotizado por uma respeitada família matriarcal. Depois, nunca mais se escapa dela, ficamos ali pelos cômodos, na calmaria e calor de palavras e frases que aconchegam a leitura. Nos quartos contíguos da casa da avó, o leitor ouve a chuva, tomando caldo de mocotó, adentrando a casa que guarda uma caixa de marionetes, a casa mesma tem seus personagens acionados por cordéis, fatos e distorções de um narrador que não tem pressa de contar e lembrar a invenção que é a família, a consanguinidade envenenando e fechando o círculo bem apertado. Neste grande romance, ninguém recebe a graça da fé antes de nascer ou morrer, possui a graça quem fabula. O narrador recorda sua infância onde tia Dália é a sacerdotisa que dissolve na língua recortes de jornal, numa metáfora deste texto poético, as palavras são de colheita fácil, dadas pelo autor com generosidade e beleza. Santana Filho faz do leitor o mesmo devoto clandestino de uma casa que, depois de habitada, será nossa prisão.Andrea del Fuego

Depois, nunca mais se escapa dela, ficamos ali pelos cômodos, na calmaria e calor de palavras e frases que aconchegam a leitura. Nos quartos contíguos da casa da avó, o leitor ouve a chuva, tomando ... A Casa da Marioneta abriu portas no dia 13 de Março de 2015, no coração do Jardim da Anta, em Agualva.

Depois, nunca mais se escapa dela, ficamos ali pelos cômodos, na calmaria e calor de palavras e frases que aconchegam a leitura. Nos […] 'Neste belo romance, o leitor entra na casa pela vigília de uma moribunda que se recusa a morrer, numa das lembranças de um narrador criado e hipnotizado por uma respeitada família matriarcal.

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